Livros

sábado, 28 de julho de 2012

3º Periodo

ACABOU huhuhu 4º la vamos nós

Flavia Cangussu,Daniela Raguer,Ricardo Louzada e Claudiane Mahl

2º Periodo

2011-2 iii o semestre acabou?vei passou tão rápido,mas ainda bem né férias,vou sentir muitas falta de vcs,minhas noites nunca mais serão as mesma sem a turma da facul.,eu só tenho a agradecer aos prof,e pedir desculpas,,óia só pra essa ft todo mundo sentado queto ,queto,rs e eu kkk ,MAS prometo que semestre que vem eu vou ta melhor,seriu kkkk :$ Prof.Aldir ,Dani Raguer,Cristiano Santiago,Tiago Zago e Ernande Valentin,valeu por ter aguentado agente,confiar e desconfiar as vezes faz parte..3º período A ELÉTRICA vai com tudo \0/ \0/

terça-feira, 10 de julho de 2012

Limão para tratar o Sistema Digestivo




:: Conceição Trucom ::
Conforme explicado no livro "O Poder de cura do Limão", esta fantástica fruta apresenta, além das suas várias propriedades terapêuticas de uso externo as seguintes funções terapêuticas de uso interno:

• Adstringente - detém hemorragias em cortes ou escoriações.
• Alcalinizante - alcaliniza o pH do sangue.
• Antibacteriano e antivirótico - contém o avanço de infecções internas e externas, inclusive no sistema digestivo, fígado, pulmões, bexiga e rins.
• Depurativo - depura o sangue quando acelera a capacidade metabólica da eliminação de toxinas através dos órgãos excretores.

A maioria das pessoas pensa erradamente que, pelo limão apresentar sabor ácido, causa danos ao estômago e, portanto, deve ser evitado no tratamento de todo tipo de acidez ou gastrite.
Através de muitos estudos médicos, constatou-se que o uso do limão, uma vez ingerido, deixa de apresentar propriedade ácida porque, ao contrário, estimula a produção de carbonatos e bicarbonatos orgânicos no organismo, portanto sais alcalinos, promovendo a neutralização da acidez do sangue.

Efetivamente, apesar de no estado livre ter como princípio ativo o poderoso ácido cítrico este, em contato com o meio celular no interior do organismo humano, é oxidado e complexado durante a sua digestão e, comporta-se como um agente alcalinizante, ou seja, um neutralizante da acidez interna.
O fato é que o limão, com seus ácidos facilmente transformados em sais alcalinos, elementos alcalinizantes do sangue, e com suas bases, fermentos e vitaminas, contribui poderosamente para eliminar resíduos que são: 1) os responsáveis diretos e indiretos pelas doenças, e 2) dificultam o sucesso pleno das terapias alternativas.

Enfim, com uma sábia orientação terapêutica e o consumo diário do limão consegue-se amenizar e até curar doenças reputadas como incuráveis.
O uso interno das diversas formas saudáveis de preparo do limão é muito útil na regeneração dos tecidos inflamados das mucosas, reconduzindo ao estado e funcionamento normal de todos os órgãos do aparelho digestivo.

Adequadamente usado, o limão tem o poder de cicatrizar as úlceras do estômago e evitar a sua formação, pois destrói os germes e as bactérias nocivas que contribuem para gerar as ulcerações.
O limão combate as fermentações e os gases, tão comuns em problemas digestivos causados por mastigação inadequada, ou também pelo consumo excessivo de açúcares, frituras e alimentos muito industrializados.

Combate dores de estômago, ventre e rins, bem como a falta de secreção de sucos pelas glândulas da boca e do estômago.
Quem consome o limão diariamente neutraliza e controla o excesso de bile, fazendo um bem extraordinário ao fígado, além de lubrificar as paredes da vesícula, evitando a formação de pedras no seu interior. Ajuda no tratamento das infecções e demais dificuldades hepáticas. É um amigo do pâncreas e, malgrado certas apreensões quanto a su¬pos¬tas incompatibilidades com o sistema biliar, revela-se um expurgador e um tonificante do fígado e da vesícula.
Interessante ressaltar que a milenar medicina Ayurvédica, a mãe de todas as medicinas, trata a maioria das dificuldades digestivas com receitas à base de limão. Saiba o que ela sugere para tratar:

Todo tipo de acidez ou gastrite: Em jejum, após as atividades matinais de meditação, tomar o suco fresco de 1 limão diluído num copo cheio de água morna e uma pitada de sal marinho.

Todo tipo de indisposição estomacal ou indigestão: Tomar o suco fresco de 1 limão num copo cheio de água morna, ao qual foi adicionada uma pitada de sal preto ou marinho e uma pitada de pimenta do reino preta moída na hora.

Todo tipo de náusea: Cortar 1 limão ao meio e aquecer as 2 metades com a parte aberta sobre uma frigideira aquecendo-as até que ferva o suco dentro da fruta. Salpicar sal marinho sobre uma das metades e mel sobre a outra e chupar o suco de ambas as metades.

Azia: Espremer o suco de 1 limão em meio copo com água fresca e beber imediatamente.

Colite: Tomar 3 vezes por dia um copo de água fresca com o suco de meio limão.

Dor de estômago: Misturar 2 gramas de cada: sementes de orégano, sementes de cominho e sal grosso. Moer os 3 juntos até obter um pó fino. Espremer meio limão sobre o pó obtido e transformar numa pasta. Acrescentar um copo de água morna e beber.

Fontes:
Dhanwantari - Harish Johari - Ed. Pensamento
O Poder de cura do Limão - Conceição Trucom - Ed. Alaúde

Este texto faz parte do livro O poder de cura do limão – Um guia de medicina caseira - Conceição Trucom - Editora Alaúde.
Atenção: Não se automedique. Este texto é para esclarecer. Entretanto, as dosagens, quantidades, horário, freqüência e demais explicações do correto uso do limão e seu óleo essencial é que darão a possibilidade de sucesso nos tratamentos de prevenção e cura. Como qualquer medicamento, o poder de cura do limão não está num uso esporádico e inadequado, mas no seu uso correto e freqüente.

sexta-feira, 22 de junho de 2012



          Meu primeiro período,foram muitos meses de ansiedades mas tudo ocorreu bem,pra mim foi o momento em que comecei a ter um pouco de responsabilidades,escara coisas novas e sempre ter que resolver,a colégio é maravilhoso mas não se compara as alegrias e adrenalina de uma faculdade,colégio foi tipo uma criança,e agora estamos em uma nova fase,"crescendo"--muito bom,valeu a dedicação de alguns professores que com toda paciência nos ajudou a passar pela primeira fase.a eles meu muito obrigado!


Ernande Valentin,Jailson Silva,Rodrigo Perreira,José Marcelo e Ricardo Louzada.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sonambulismo..

           O sonambulismo é um distúrbio do sono que por muitos anos foi considerado a representação do sonho.Entretanto, a maioria dos sonhos ocorrem no sono REM,enquanto o sonambulismo ocorre durante o sono profundo.Durante episódios de sonambulismo,que podem durar entre 3º segundos e 30 minutos,os olhos da pessoa estão abertos e registrando tudo o seu redor.A  pessoa é capaz de evitar batidas em objetos,pode subir e descer escadas,e existem relatos de que em alguns casos elas preparam comidas e vestem roupas.A pessoa usualmente tem muito pouca lembrança consciente do episodio de sonambulismo quando esta acordada.O sonambulismo é mais comum em crianças,e a freqüência destes episódios declina com a idade.Existe um componente genético da tendência de ocorrer sonambulismo em determinadas famílias.

REFERENCIA:
SILVERTHORN,Dee Unglaub.Fisiologia humana:uma abordagem integrada.-Barueri,SP:Manole,2003.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Sono e suas fases.

           O sono não é um estado que ocorre passivamente, mas sim, um estado que é ativamente gerado por regiões específicas do cérebro. Todas as funções do cérebro e do organismo em geral estão influenciadas pela alternância da vigília com o sono, sendo que este, restaura as condições que existiam no princípio da vigília precedente. O objetivo final do sono não é prover um período de repouso; ao contrário do que acontece durante a anestesia geral, no sono, aumenta-se de forma notável a freqüência de descargas dos neurônios, maiores do que os observados em vigília tranqüila.
No decorrer de uma noite de sono, os sistemas e funções fisiológicas sofrem alterações acompanhando os ciclos ultradianos. A cada momento do sono (REM e NREM) as respostas do organismo serão diferentes, as quais citaremos as principais:
Funções Cardiovasculares
       A pressão arterial diminui durante o sono chegando a seu mínimo no sono NREM. Durante o sono pesado a pressão arterial sofre variações de até 40 mmHg, sendo que quando o indivíduo acorda o valor da pressão volta aos níveis normais. A freqüência cardíaca também diminui nesta fase de sono.
Funções Endócrinas
A conexão hipotálamo-hipófise é responsável pela união entre processos endócrinos e o sono, uma vez que a secreção de muitos hormônios obedece ao ciclo sono-vigília e pode ocorrer em momentos específicos do sono.
Vejamos um exemplo:

O hormônio do crescimento (GH) é secretado principalmente no estágio 4 do sono NREM. 
Mudanças Respiratórias
O ritmo respiratório irá variar durante o sono NREM com hipo e hiper ventilação do adormecimento ao estágio 2. Nos estágios 3 e 4 a ventilação é regular. Durante o sono REM a respiração se torna mais rápida e irregular gerando os surtos apnéicos e hipoventilação. A apnéia em recém nascidos pode causar a morte súbita do lactente.
Funções Sexuais
Durante o sono ocorrem ereções tanto na mulher (clitoridiana) como no homem (peniana) e para este a ausência ou presença de ereção pode ser indício de impotência orgânica e psicogênica. Estes fenômenos são observados durante o sono REM.
Temperatura Corporal
No sono NREM estão presentes regulações automáticas da temperatura, no sono REM tanto o sistema hipotalâmico quanto o cortical estão inativados e isto faz com que a temperatura corporal nos últimos estágios do sono seja baixa.
Fases do Sono
O sono é dividido em duas categorias: sono REM ("Rapid Eye Movements") e sono não REM ("Non-Rapid Eye Movements") e este é classificado em 4 fases.
Durante o período de sono, normalmente ocorrem de 4 a 6 ciclos bifásicos com duração de 90 a 100 minutos cada, sendo cada um dos ciclos composto pelas fases de NREM, com duração de 45 a 85 minutos, e pela fase de sono REM, que dura de 5 a 45 minutos.
São três os parâmetros fisiológicos básicos utilizados para definir os estágios do sono: o eletrencefalograma (EEG), o eletroculograma (EOG) e o eletromiograma (EMG).

Vigília ou estágio 0
O registro eletrencefalográfico se caracteriza por ondas rápidas, de baixa amplitude que indicam alto grau de atividade dos neurônios corticais. Também fazem parte desse estágio, movimentos oculares aleatórios e um acentuado tônus muscular. Após 5 a 15 minutos no leito, o indivíduo alcança o primeiro estágio do sono. O período de tempo entre o ato de deitar-se e o de adormecer denomina-se latência de sono.
N-REM 1
É a transição entre o estado de vigília e o sono, quando a melatonina é liberada, induzindo-o. Corresponde a 2-5% do tempo total deste. O traçado do eletromiograma apresenta redução do tônus muscular.
N-REM 2
Corresponde a 45-55% do sono total de sono. Ocorre a sincronização da atividade elétrica cerebral, que refletre a redução do grau de atividade dos neurônios corticais. Com isto, diminuem os ritmos cardíaco e respiratório, (sono leve) relaxam-se os músculos e cai a temperatura corporal.
N-REM 3
Comumente observa-se combinado ao estágio 4. Os movimentos oculares são raros e o tônus muscular diminui progressivamente. Corresponde a 3-8% do sono total.
N-REM 4
Corresponde a 10-15% do sono total. As ondas delta correspondem a mais de 50% da época, podendo até domina-la completamente. Ocorre pico de liberação do GH (hormônio do crescimento) e da leptina; o cortisol começa (sono profundo) a ser liberado até atingir seu pico, no início da manhã.
Sono REM
O EEG apresenta ondas de baixa amplitude e freqüência mista que se assemelham às encontradas no estágio 1, além de ondas em dente de serra. O indivíduo apresenta máxima hipotonia da musculatura esquelética, exceto pelas oscilações da posição dos olhos, dos membros, dos lábios, da língua, da cabeça e dos músculos timpânicos. É neste período que ocorre a maioria dos sonhos e corresponde a 20-25% do sono total.
                                    http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-bio/trab2003/g3/imagens/fases.gif

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Febre..

É uma temperatura corporal anormalmente alta,devida ao reajuste do termostato hipotalâmico.Comumente ocorre durante a infecção e a inflamação,a febre vem para indicar que alguma coisa no seu organismo não esta normal,sendo assim mais rápido o diagnostico.Muitas toxinas bacterianas elevam a temperatura corporal,as vezes desencadeando a liberação de substancia causadoras de febre,como a interleucina-1,e o pirógenio .A temperatura corporal elevada intensifica os efeitos dos interferons,inibe o crescimento de alguns micróbios acelera as reações do corpo que auxiliam o reparo.

Por ação de partículas infecciosas ou não, (pirógenos exógenos) as células fagocíticas são induzidas a produzir substâncias de natureza protêica (pirógenos endógenos). Os pirógenos externos,por sua vez, estimulam a produção de prostaglandinas. As prostaglandinas atuam no centro termorregulador, elevando o patamar de termorregulação (set point), tendo como resultado o surgimento da febre. A febre deve ser distinguida da hipertermia. Na hipertermia há aumento da produção ou diminuição da perda de calor, sem alteração do set point, alteração esta que ocorre nos casos de febre.

A febre é prejudicial

Ao aumentar o consumo de oxigênio a febre pode causar diminuição do rendimento cardíaco, isto só tem relevância em situações de comprometimento pulmonar intenso ou cardíaco grave. Em crianças, geneticamente predispostas, com idade de seis meses a três anos, a febre pode desencadear convulsão. As convulsões febris não acarretam risco de lesão cerebral. A febre alta só pode causar lesão cerebral quando a temperatura ultrapassa 41,7 ºC, o que não ocorre na prática. A febre pode se associar a outros sintomas que causam desconforto: dor muscular, irritabilidade, mal-estar, astenia e anorexia, entre outros. 

A febre como aliada. 

Existem evidências de que temperaturas elevadas estão associadas ao estímulo da atividade imunitária e à redução da reprodução tanto de vírus como de bactérias. 

Por Suamos depois da febre?

O hipotálamo é uma pequena porção do diencéfalo que se localiza abaixo do tálamo e acima da hipófise,esta relacionado com a homeostase.Se a temperatura do sangue que flui através do hipotálamo estiver acima da normal,ele orienta o sistema nervoso autônomo para estimular atividades que promovam a perda de calor,como a evaporação.Quando controlamos a febre o organismo volta a temperatura normal.